quarta-feira, maio 31, 2006

 

Valor da mão de obra directa (I)


Nas oficinas de uma empresa de hipermercados, procedeu-se, durante seis meses, à recolha de dados refentes ao trabalho de um mecânico. Estes dados permitem comparar as horas de presença remunerada com as horas de trabalho efectivo registadas nas folhas de serviço.

Meses (i)123456
Horas de presença (Ti)176160176160184160
Horas de trabalho efectivo (ti)167144169155169144


Índice de eficiência médio: ∑ ti / ∑ Ti = 948 /1 016 = 0,933

em que i = 1, 2, 3, 4, 5, 6

O mecânico recebe por hora de presença 24 UM. Na realidade, a sua hora de trabalho fica por

24 × (1 / 0,933) = 25,72 UM

Para o cálculo de um preço de custo, há que ter em conta o custo real da mão de obra e não o custo contabilístico. Neste exemplo, a diferença é significativa e foram, posteriormente, imputadas à má organização das oficinas.

Há, contudo, que não confundir o índice de eficiência, exclusivamente relacionado com a organização do trabalho, com o índice de rendimento relativo ao trabalho do operário e que é um problema totalmente diferente.

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